O síndico Cléber Rosa de Oliveira, acusado de matar a corretora Daiane Souza Alves, teria usado dinheiro do condomínio para pagar a própria defesa, segundo a Polícia Civil de Goiás.
A PCGO chegou a essa conclusão após analisar o celular de Cléber, onde foi localizado um contrato de honorários advocatícios e uma movimentação financeira no mesmo valor que consta no documento.
O contrato foi firmado no dia 17 de janeiro, um mês após o desaparecimento da corretora. No dia seguinte, o então presidente da associação condominial registrou um boletim de ocorrência denunciando que Cléber realizou um PIX ao filho, Maicon Douglas, no valor previsto no contrato.
Daiane desapareceu no dia 17 de dezembro de 2025, e seu corpo foi encontrado 42 dias depois, após Cléber confessar o crime e mostrar onde ocultou o corpo da corretora.



