A morte do coordenador da base do CRB, Johanisson Carlos “Joba”, 33 anos, foi encomendada por R$ 10 mil, segundo informações apresentadas pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). De acordo com a delegada Tacyane Ribeiro, responsável pelas investigações, o mandante foi o ex-namorado da atual companheira da vítima, que não aceitava o fim do relacionamento.
Conforme o inquérito, o mandante pagou R$ 4 mil antes da execução e o restante após o assassinato. O plano foi articulado desde dezembro, até ser colocado em prática na manhã de 23 de janeiro, quando Joba aguardava transporte no bairro Santa Lúcia, em Maceió, para ir ao CT Ninho do Galo. Ele foi atingido por um tiro na cabeça e morreu ainda no local.
A delegada informou que o mandante contratou comparsas para executar a emboscada. Um ciclista foi responsável pelo disparo, enquanto um motociclista deu fuga. Câmeras de segurança registraram toda a ação e ajudaram na identificação dos envolvidos. Parte dos suspeitos já foi localizada, incluindo um que confessou participação no crime.



