A Justiça de São Paulo decidiu manter a prisão preventiva do tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de matar a esposa, a soldado Gisele Alves Santana, de 32 anos. Em decisão proferida na quarta-feira (17), a juíza Michelle Porto Carreiro entendeu que não houve qualquer fato novo capaz de justificar a soltura do oficial.Gisele foi encontrada morta com um disparo na cabeça dentro do apartamento onde morava com o marido, na região do Brás, em São Paulo, em fevereiro deste ano. Inicialmente, Geraldo alegou que a esposa teria tirado a própria vida, mas as investigações e os laudos periciais apontaram o policial como principal suspeito do crime.Preso desde março, o tenente-coronel responde por feminicídio e também é investigado por suposta alteração da cena do crime. Segundo a magistrada, a manutenção da prisão é necessária porque o processo se aproxima da fase de depoimentos e análise das provas. Com isso, Geraldo continuará detido no Presídio Militar Romão Gomes enquanto aguarda o andamento da ação judicial.



