O economista Ricardo Amorim, apontado pela Forbes como um dos profissionais mais influentes do Brasil e o maior influenciador do LinkedIn no país, divulgou um vídeo destacando o desempenho econômico de Maceió. Na publicação, ele afirma que a capital alagoana é um exemplo de como uma localização privilegiada pode ser transformada em desenvolvimento, citando dados como o PIB de aproximadamente R$ 34 bilhões e uma população de cerca de 1 milhão de habitantes, número próximo ao de países como o Chipre.Segundo o economista, Maceió teve sua economia historicamente apoiada na indústria sucroenergética de Alagoas, funcionando por décadas como centro administrativo, financeiro e logístico da produção de açúcar e etanol do estado. Nos últimos anos, no entanto, a cidade passou por uma transformação significativa, com o turismo se consolidando como um dos principais motores de crescimento. Ricardo Amorim aponta que somente em 2025 o Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares movimentou quase 3 milhões de passageiros, volume comparado por ele à população total do Uruguai.O vídeo também destaca que Maceió se firmou como o principal polo de serviços do estado, concentrando atividades de saúde, educação, comércio, finanças e administração pública. De acordo com o economista, a cidade é responsável por 38% de toda a riqueza produzida em Alagoas, mesmo reunindo menos de um terço da população estadual. Ele ainda cita a localização estratégica da capital, situada entre importantes mercados consumidores do Nordeste, e a presença do Porto de Maceió como fator relevante para o escoamento de produtos industriais e agrícolas.Ricardo Amorim encerra a análise afirmando que o crescimento do turismo e a busca por qualidade de vida impulsionaram um ciclo de expansão imobiliária na cidade, atraindo novos investimentos, empreendimentos e moradores de outras regiões do país. Para o economista, Maceió deixou de ser conhecida apenas pelas praias e se tornou um dos principais polos econômicos do Nordeste brasileiro. O vídeo faz parte de uma série do economista sobre cidades brasileiras.


