A manifestação convocada por grupos políticos ligados à direita na orla de Maceió registrou, neste último domingo, adesão de público significativamente abaixo do esperado pelas lideranças organizadoras. Segundo relatos da imprensa local, o ato reuniu apenas alguns apoiadores ao longo da manhã no Corredor Vera Arruda, deslocando-se até a Praça Gogó da Ema, em Ponta Verde, muito aquém das projeções iniciais feitas pelos promotores da mobilização.
Em suas redes, Cauê Castro avaliou o desempenho da manifestação: “O que se viu nas ruas hoje foi um público tão reduzido que a vergonha foi maior que a presença. A baixa adesão revela a dificuldade de mobilização e o encolhimento das bases que pretendiam demonstrar força em Maceió”, afirmou.
Integrantes de movimentos conservadores que lideraram o chamado “ato pró-Bolsonaro” defenderam discursos de insatisfação com o governo federal e críticas a órgãos do Judiciário, especialmente ao ministro Alexandre de Moraes, como foi noticiado em veículos locais.
No entanto, a jornada acabou ficando marcada mais pela escassez de participantes do que pela intensidade de suas falas.“Quando o governo Lula ocupa os espaços com trabalho, política pública e esperança, a direita não lota uma praça.” Finalizou Cauê.


