A investigação sobre a morte de Johanisson Carlos Lima Costa, o “Joba”, ganhou um novo capítulo. A Justiça autorizou a quebra do sigilo telefônico da ex-namorada da vítima , decisão que levanta questionamentos sobre o papel dela no caso, já que, desde o início, muito se especulou sobre uma possível participação.
Com a medida, a Polícia Civil poderá acessar registros de ligações, mensagens e outros dados que ajudem a esclarecer se houve articulação antes do crime ou troca de informações com os suspeitos. A análise do conteúdo deve auxiliar na reconstituição dos últimos contatos feitos antes do assassinato.
Joba foi morto a tiros em Maceió e o caso teve como pano de fundo um suposto desentendimento motivado por ciúmes. Parte dos investigados já foi presa, mas a polícia ainda trabalha para fechar todos os pontos da dinâmica.
A quebra do sigilo é vista como etapa decisiva para confirmar ou afastar qualquer envolvimento da ex-companheira e consolidar o inquérito.



