A empresa responsável pelo salto que resultou na morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, encaminhava orientações de segurança aos participantes antes da atividade. Em um áudio enviado por WhatsApp, a equipe da Entre Cordas alertava para que os clientes não interferissem no trabalho dos operadores durante os procedimentos que antecediam o salto. “Não tirem a atenção dos operadores, eles estão cuidando e protegendo a vida de vocês”, dizia a mensagem. O comunicado também destacava que esportes radicais envolvem riscos, mas afirmava que os profissionais eram capacitados para reduzir as chances de acidentes.A biomédica Josiane Francischini Pereira, de Ribeirão Preto (SP), recebeu o áudio e realizou o mesmo salto cerca de um mês antes da tragédia. Maria Eduarda, moradora de Jandira (SP), morreu após cair de aproximadamente 40 metros sem estar presa à corda de segurança. Depois do acidente, seis integrantes da empresa deixaram o local e foram presos posteriormente. Atualmente, três instrutores permanecem detidos.


