A 4ª Companhia Independente da Polícia Militar, em Marechal Deodoro, foi alvo de recomendação do Ministério Público de Alagoas (MPAL) após a constatação de graves problemas estruturais e operacionais. O órgão aponta falta de efetivo, carência de equipamentos básicos e condições físicas inadequadas para o funcionamento da unidade.
Atualmente, a Companhia dispõe de apenas 86 policiais, quando o número previsto é de 180, o que compromete o policiamento em áreas de grande circulação, como o Centro Histórico e a Praia do Francês. A sobrecarga das equipes tem impacto direto na presença policial e na rotina de patrulhamento.
Vistoria realizada em outubro de 2025 identificou a inexistência de itens essenciais, como computadores, impressoras e climatização, prejudicando atividades administrativas e o atendimento à população. Diante do quadro, o MP estipulou prazo de 30 dias para resposta dos gestores e 60 dias para o início das adequações.
Em nota, a Polícia Militar de Alagoas informou que já adotou providências, com processos licitatórios em andamento para melhorias na estrutura da unidade. Sobre o déficit de pessoal, a corporação afirmou que a recomposição do efetivo deve ocorrer por meio do novo concurso público.



