ECONOMIA
O crescimento do Pix ocorreu em paralelo à redução do uso de dinheiro em espécie e à perda de espaço de instrumentos tradicionais, como DOC e TED.
O Pix se consolidou como o principal meio de pagamento do Brasil e já responde por mais da metade das transações realizadas no país. Dados do Banco Central (BC) divulgados nesta terça-feira (7) , mostram que o sistema de transferências instantâneas concentrou 54,7% de todas as operações no segundo semestre de 2025, ampliando a vantagem sobre instrumentos tradicionais como dinheiro, cartões e boletos.Além disso, foram realizadas 78,4 bilhões de transações, totalizando uma movimentação financeira de R$ 68,2 trilhões. Criado em 2020, o Pix teve uma expansão acelerada e, em poucos anos, passou a liderar o sistema de pagamentos brasileiro.O crescimento do Pix ocorreu em paralelo à redução do uso de dinheiro em espécie e à perda de espaço de instrumentos tradicionais, como DOC e TED. Em muitos casos, o sistema também passou a competir diretamente com cartões, especialmente em pagamentos de menor valor e em transferências entre pessoas físicas.


