Imagens que circulam nas redes sociais mostram a prefeita de Porto Calvo, Eronita Sposito, distribuindo dinheiro em espécie durante um evento carnavalesco realizado em frente à sede da Prefeitura do município. O vídeo gerou questionamentos sobre a origem dos recursos, a finalidade do ato e a adequação da conduta em um espaço institucional.
Diante da repercussão, surgiram cobranças por esclarecimentos oficiais sobre se os valores tinham natureza privada ou pública e se houve utilização da estrutura administrativa para promoção pessoal. Até o momento, não foi divulgado posicionamento detalhado explicando as circunstâncias da ação.
A Constituição Federal estabelece que a Administração Pública deve obedecer aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Especialistas destacam que, mesmo em eventos festivos, agentes públicos precisam adotar cautela redobrada para evitar qualquer interpretação de desvio de finalidade ou confusão entre a esfera pessoal e a função institucional.
O caso ocorre em meio a investigações já existentes envolvendo a gestão municipal, com procedimentos em análise por órgãos como o Ministério Público de Alagoas e a Polícia Federal. A situação reforça a cobrança por transparência e esclarecimentos formais à população.



