A vítima Mariana Maia afirmou que vive sob constante medo mesmo após a imposição de medidas cautelares contra o ex-companheiro, acusado de incendiar seu apartamento. Segundo ela, o uso da tornozeleira eletrônica não tem garantido sua segurança. “Por diversas vezes ele esteve próximo de mim, mas o botão não alarma. Isso me traz a sensação de que ele usou o aparelho de forma desligada”, declarou.
Mariana relatou ainda o impacto emocional às vésperas da audiência judicial. “Hoje é um dia esperado. Estou nervosa, angustiada, é um ano que espero para isso acontecer”, afirmou, destacando o desgaste psicológico causado pela demora do processo.
Apesar do medo, a vítima disse manter a confiança no sistema de Justiça. “Estou confiante e esperançosa com o Judiciário”, afirmou, ressaltando a expectativa de que o caso seja analisado com a gravidade necessária.
Mariana também cobrou responsabilização pelo crime. “Tenho convicção de que não é possível alguém invadir a casa de outra pessoa, quase perder vidas por conta dessa atitude e ficar por isso mesmo. Que o Judiciário olhe por nós hoje e que a justiça prevaleça”, concluiu.


