Uma enfermeira de 26 anos que saltaria de rope jump pouco depois de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, jovem morta ao ser lançada sem cordas, afirmou à polícia que prestou socorro à jovem e tentou reanimá-la.Em depoimento à Polícia Civil, a enfermeira, chamada Rayza Gabrieli Dias Delfino, afirmou que desceu da ponte e encontrou Maria Eduarda com pulsação fraca.”Ela estava dando aquele suspiro de pós-morte […] Eu peguei, chequei, ela estava com um pulso bem fraco. Eu comecei a massagem e parou [a pulsação]”, conta. A enfermeira também disse que a jovem estava com um equipamento de segurança preso à barriga, mas sem a corda principal. Ela afirmou que permaneceu prestando os primeiros socorros até a chegada da ambulância.A equipe da ambulância precisou cortar o restante do equipamento para tentar utilizar o desfibrilador, sem sucesso. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra Maria Eduarda Rodrigues de Freitas sendo carregada por três funcionários até a beirada da plataforma. Ela é impulsionada para frente e, logo após a queda, ouvem-se gritos de desespero dizendo “a corda” e “gente, a corda”.A jovem caiu de uma altura de 40 metros e teve a morte constatada no local pelas equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros.


