A jornalista e candidata ao Governo de Alagoas pela Unidade Popular (UP), Lenilda Luna, denunciou ter sido vítima de violência política de gênero durante uma atividade de campanha realizada nesta quinta-feira (20), em Maceió. O relato foi publicado em vídeo nas redes sociais.Segundo Lenilda, o episódio ocorreu por volta das 11h, após uma visita à agência do Banco do Brasil do Livramento, onde ela e integrantes do partido prestaram solidariedade aos bancários em paralisação. Durante uma panfletagem em frente à agência, a candidata afirma que um homem se aproximou por trás, encostou nela e cochichou em seu ouvido o nome de um político que ela classificou como “símbolo do fascismo e da misoginia”. “Não podemos mais silenciar sobre nenhum ato de violência de gênero contra a mulher”, declarou Lenilda.A candidata afirmou que pretende tomar as providências cabíveis e relacionou o episódio à violência direcionada às mulheres que ocupam espaços na política.Na publicação, Lenilda também citou a Lei nº 14.192/2021, que estabelece normas para prevenir, reprimir e combater a violência política contra a mulher. “As mulheres são linha de frente da Unidade Popular e não serão intimidadas”, escreveu a candidata, acrescentando que exige “respeito e responsabilização”.


